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LINHA OLIVA / EXTENSÃO AZUL – METRÔ SP
 
 

 
 
 

Atualmente, o Governo do Estado de São Paulo vem dando atenção especial ao transporte de grande capacidade na RMSP (Região Metropolitana de São Paulo), atenção esta que deixou de ser dada por alguns anos, mas que agora vem com grandes investimentos em transporte realmente de qualidade, sendo o ponto alto desta ação o Programa Expansão SP, e que o não investimento neste tipo de transporte colaborou para o caos logístico que temos hoje, sendo que o investimento pesado em transporte pesado se torna algo impossível de não se fazer, pois a RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) estaria fadada a literalmente parar, se nada fosse feito neste sentido.

 

Neste programa há vários projetos, estudos e propostas de linhas metroferroviárias, para dar o merecido conforto e eficiência que o cidadão merece e paga seu imposto para isto.

 

Assim, dentro desta filosofia, apresentamos um estudo de mais uma linha, cobrindo uma grande área na Zona Sul de São Paulo, compreendida entre as regiões das Estações Jabaquara e Jurubatuba, região esta que atualmente está com seu sistema de transporte bastante saturado, fazendo com que se gaste muito mais tempo do que o aceitável num deslocamento até a estação de Metrô mais próxima (Jabaquara), fazendo desta linha de Metrô proposta, algo que não possui nenhum similar tanto em traçado quanto em economia de tempo.

 

 

PROPOSTA DA LINHA OLIVA

 

Esta linha, tem por objetivo inicial ligar os bairros/Estações Jabaquara e Jurubatuba através de uma ligação metroviária que, não somente irá beneficiar diretamente mais de um milhão de pessoas da região servida pela linha, além de atender locais com grandes dificuldades na mobilidade urbana, pois não são atendidos por meios eficazes de transporte de massa, além de, esta linha permitirá não somente aumentar sensivelmente esta mobilidade como também, integrar os sistemas de transporte, aumentando sua eficácia como um todo.

 

Como comentado, a região entre Jabaquara e Jurubatuba, compreendida por bairros como Cidade Ademar, Vila Joaniza, Jd. Consórcio Campo Grande e regiões lindeiras não são suficientemente interligadas com meios eficazes de transporte de massa, como o metroferroviário, pois, por exemplo, atualmente a estação/bairro do Jabaquara, não conta com nenhuma ligação direta por vias arteriais, ou de acesso mais direto à região de Jurubatuba, e sim através de um “labirinto” de pequenas, estreitas e sinuosas ruas, e alguns trechos com grandes aclives/declives, com considerável volume de tráfego local por ser densamente povoada e com intenso comércio, como a Av. Sta. Catarina/ Rua Alba, para citar as principais, sendo que a região de Jurubatuba é estratégica, no sentido de receber pessoas vindas do extremo sul da cidade, com direção ao centro e bairros comerciais diversos da cidade.

 

Além do grande número de semáforos e trânsito intenso entre Jabaquara e as regiões de Jd consórcio, Pedreira, Jd. Marajoara, Interlagos, Cidade Dutra, Grajaú, Parelheiros, e outras que são grandes e tradicionais regiões clientes que se dirigem a Jabaquara, para então, acessar a Linha Azul, visando, não somente atingir ao centro da cidade, mas o comércio/empresas ao longo destas linhas e regiões.

 

 

 

Visão geral da linha proposta

 

 

 
Nesta figura, pode-se notar a falta de ligação estrutural entre Jurubatuba e Jabaquara, resultando num grande gasto de tempo, colaborando para a poluição do ar da cidade com os meios disponíveis de transporte entre as duas regiões, além do traçado, que liga quase que diretamente as duas regiões, beneficiando centenas de milhares de pessoas.

 
 
DETALHAMENTO DAS ESTAÇÕES DA LINHA PROPOSTA
 
 
ESTAÇÕES – LINHA OLIVA
 
JABAQUARA
 
 
Estação, localizada abaixo ou adjacente a atual Jabaquara da linha 1;
 
 
 
 
 VILA CAMPESTRE 

 

Atende a uma grande região residencial, e ao hospital Municipal “Artur Sabóia” ficando localizada a poucos metros após o pátio Jabaquara, utilizando-se dele, inclusive, dispensando a construção de outro pátio, reduzindo assim custos, além de que esta nova estação poderia ser a estação final do projeto do monotrilho proposto como Linha 17 - Ouro;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CUPECÊ

 

Intercepta uma importantíssima via de acesso entre Diadema e a Marginal Pinheiros (Avenida Cupecê, altura do número 3.300) e virtual ponto de embarque/desembarque de passageiros da região, que mesmo esta avenida estando a cerca de 2000m. de Jabaquara, não possui nenhuma interligação viária de maior capacidade e fluidez, como uma avenida, ou algo que o valha entre os dois bairros, além do que atualmente possui um corredor de ônibus da EMTU, Diadema-Brooklin em, fase de implantação, podendo se integrar ao mesmo;

 

 

 

  

VILA JOANIZA

 

Outra conexão, com a principal via que dá acesso ao bairro de mesmo nome, dará acesso à estação, integrando os ônibus locais a ela.

 

 

 

 

   

JARDIM CONSÓRCIO

 

Localiza-se em um grande centro comercial (shopping center) localizado na Av. Interlagos(outra grande via arterial), aonde inclusive existem grandes varejistas e um grande hospital público estadual. (HGP);

 

 

 

  

 

CAMPO GRANDE

 

Região de tráfego bastante intenso, no cruzamento entre as Avenidas Interlagos e Nossa Senhora do Sabará, principal via de ligação aos bairros de Pedreira, Alvarenga, e Eldorado;

 

 

 

 

 

 

 MÃE DE DEUS - NAÇÕES UNIDAS

 

Neste ponto, temos, não só grandes indústrias, mas também está em construção um grande Santuário Católico que irá abrigar mais de cem mil pessoas, aonde será essencial um transporte de massa eficaz para atender a esta demanda, além da atual, pelas características locais;

 

 

 

 

 

JURUBATUBA

 

 Estação da CPTM/Metrô, da linha 9 - Esmeralda, que se interligará futuramente com as linhas 4 e 5 do Metrô.

Além da já existente interligação com a Linha 8 - Diamante em Osasco/Presidente Altino, e passageiros vindos de/para Grajaú, podendo ser construída na mesma configuração da Estação Santo Amaro (Linha lilás/5), ou seja, atravessando o Rio Pinheiros e, em suas extremidades, se interligando com a plataforma da Linha 9 - Esmeralda, e na outra, atendendo, já do outro lado do rio, um bairro que, é uma grande região residencial, compreendida por vários conjuntos habitacionais, construídos nas décadas de 50, 60 e 70, mas que ainda  hoje está isolado fisicamente, da estação Jurubatuba pelo Rio Pinheiros, e que poderia, com esta ligação física proporcionada pela estação, dar este acesso, evitando-se assim uma volta maior com desperdício de tempo;

 

 

 

 

 

 

 

 Segunda etapa da linha

 

 

 - Robert Kennedy:

 

Acesso aos conjuntos habitacionais locais, bem como este possível extensão, promoveria integração com o corredor de ônibus da Av. Robert Kennedy,

(com mais duas estações) absorvendo passageiros, que precisam dar uma volta para transpor o Rio Pinheiros, que "isola" estas regiões de um escoamento eficaz, sendo que não mais além deste ponto pelo fato de existir ali a Represa de Guarapiranga, e como sendo uma região muito bem urbanizada, com exceção dos viários e sistemas de transporte de alta capacidade, esta mesma região apenas seria muito beneficiada, não permitindo nenhum "adensamento" da mesma, pois como dito, já é bastante urbanizada, e de forma até planejada devido ao grande número de conjuntos habitacionais, construídos ao longo da região, nas décadas de 50, 60 e 70, não permitindo assim, o surgimento daquelas habitações irregulares que permitem abrigar de forma extremamente precária, centenas de milhares de pessoas num espaço relativamente pequeno, sem as mínimas condições de habitabilidade, pois como dito, a região já está quase devidamente desenvolvida, só falta o Metrô mesmo.

 

 

 

  - Expansão até a linha 2 - Verde:

 

Além da ligação proposta, esta linha poderia ser estendida até integrar-se em algum ponto com a Linha 2 - Verde, contribuindo para a formação da rede de transportes metropolitanos sobre trilhos, equilibrando o acesso dos usuários pelo sistema, aumentando opções de itinerário dentro do sistema, além de tornar mais direto o acesso do usuário à sua região-destino.

 

 

 

 

Cenários possíveis

 

Atualmente, quem vem das regiões do extremo Sul, em direção à Estação Jabaquara, necessariamente precisa passar por ruas estreitas, de tráfego local "adaptadas" para o tráfego de caminhões e ônibus que muitas vezes literalmente mal cabem nelas, para se aproximar deste bairro (Jabaquara), lembrando que, por esta característica, nem um corredor de ônibus há entre as duas regiões, pois simplesmente não há avenidas ou vias similares ligando as duas localidades.

 

Com a conclusão das obras das linhas 4 e 5, e mais esta linha proposta, teríamos os seguintes cenários/exemplo:

 

Passageiros embarcam, por exemplo, em Grajaú, sentido Osasco para acessar as linhas 4, 5 e “Oliva”/extensão, Azul em direção ao Centro, ou: Embarque em Grajaú, em direção aos centros comerciais e empresas localizados ao longo de cada uma das citadas linhas, pois, por exemplo, não faria sentido, embarcar de Grajaú, tomar um Metrô em Santo Amaro, ir até Santa Cruz para então retornar para as estações, como Saúde, ou Jabaquara, sendo que mais um dos benefícios é a melhoria logística para o passageiro.

 

Num exemplo visual, na atual situação o passageiro teria de fazer este trajeto:

 

 

 

 

 

 

Neste cenário, para alcançar por trilhos qualquer bairro da região do Jabaquara até Praça da Árvore, haveria de se dar uma volta para chegar aos locais citados, ao passo que pela linha proposta o acesso seria direto, numa previsão de não mais que 15 minutos entre Jabaquara e Jurubatuba

 

 

 

Também se observarmos o mapa a seguir, do transporte metropolitano da RMSP,  podemos verificar que, não somente a proximidade como a localização das linhas 9/CPTM e 1, do Metrô, não somente possibilitam a integração entre as mesmas, como seria sob certo aspecto, natural, completar este trecho, não coberto pelo Metrô, sendo que poucos quilômetros, abaixo há outra linha (Linha 9 - Esmeralda), o que já não ocorre com a extremidade norte da linha 1 (Tucuruvi, já ampliada), e também, pela urbanização da RMSP, que desde a criação da linha 1 do Metrô, cresceu mais ainda e está caótica, como se pode ver nas mais diversas matérias de grandes jornais e revistas do segmento, como a Revista Ferroviária. 

 

 

 

Esta nova ligação Jabaquara/Jurubatuba, irá retirar boa parte de ônibus e carros, pois cria uma inédita ligação direta entre as regiões “cliente” e “destino”; permite aos proprietários de veículos deixarem seus carros em casa, pois haveria um excelente meio de transporte à disposição, ao longo do trajeto, em direção ao centro ou bairros ao longo da nova linha, além do que na mesma região, a linha absorveria grande parte daquelas pessoas que de deslocam no viário da região em direção ao centro, pelo fato de a linha ter um desempenho muito superior às avenidas que levam ao centro, também pelo fato de o viário da região ser extremamente sobrecarregado.

 

Outra grande vantagem desta ligação metroviária esta na extensão, relativamente curta entre as duas estações propostas (cerca de 8000 metros, entre Jabaquara e Jurubatuba), literalmente seu custo, em função ao enorme benefício, seja logístico, seja ambiental (pela redução da circulação de veículos entre as regiões ao longo da linha), seria extremamente vantajoso, face ao investimento necessário, sem contar em ganhos com tempo, eliminação com prejuízos, decorrentes de acidentes automobilísticos e trânsito lento, além de interligar a Estação Jabaquara e Jurubatuba e todos os benefícios aqui expostos desta interligação, isto sem citar que é uma das soluções eficazes para ajudar a minimizar os crescentes engarrafamentos, que chegaram a bater recordes por duas vezes seguidas, como mostra reportagem de O Estado de São Paulo, na edição de 11 de Março de 2008.

 

 

Eventos em Interlagos

 

Também, temos um outro ponto de grande acesso que se beneficiaria enormemente com esta nova ligação: O Autódromo de Interlagos, através da nova Estação Autódromo, poderá receber os passageiros vindos da linha 1, desembarcando em Jurubatuba diretamente pela nova linha, sem passar por ruas e avenidas, local este que recebe várias competições automobilísticas, além de muitos eventos de grande público, público este, oriundo também  de outras cidades outros Estados, desembarcando nas rodoviárias, agregadas às estações do Metrô.

 

 

 

  

Por quê estender a linha 1 do Metrô até Jurubatuba



- Possibilidade de interligar duas importantes linhas e regiões, do sistema metroferroviário da cidade, permitindo rápido deslocamento, sem a necessidade de conexões com o estruturalmente ineficaz sistema local de ônibus, e de tráfego, por veículos automotores nas vias públicas, além do que esta interligação permitiria o deslocamento dos passageiros por uma distância muito grande, através das conexões entre linhas e estações, sempre dentro do mesmo sistema, até o ponto destino, ou seja, fazer com que o passageiro utilize o transporte sobre trilhos ao máximo possível, e evitando-se conexões do tipo metropolitano/ônibus/metropolitano, durante o trajeto, o que ocorre hoje entre Jabaquara e Jurubatuba;

- Atenderá uma região sem interligações diretas entra as duas regiões, um viário precário entre as mesmas, além da grande saturação do mesmo, não havendo similaridade com outro meio de transporte, nem mesmo itinerário similar ;

- Estações localizadas em grandes avenidas, que podem vir a abrigar outras linhas de Metrô, ou alimentar estas estações, através de outros meios de transporte que não precisarão de deslocar em distâncias maiores;

- Extensão curta (aprox. 8000/9000m), interligaria linhas com grande extensão, com custo relativamente baixo em função das reduzidas obras e grande benefício;

 
- Operando em conjunto com a  Linha 4 - Amarela e  Linha 5 - Lilás, auxiliaria a dividir o fluxo de pessoas de e para o centro de São Paulo, entre estas linhas;

- Permite o acesso com muito mais rapidez e conforto a todos os pontos de interesse ao longo da linha 1 de passageiros provenientes de regiões tradicionalmente "clientes" de Jabaquara, como Grajaú, parelheiros e região, além de toda a região de Interlagos, Socorro, e adjacências da Av. Nações unidas;

- Diminuição significativa de conexões nas linhas dos metropolitanos para se chegar ao ponto destino;

- Diminuição do trânsito, já bastante caótico, na região da linha, além de muito menos acidentes de trânsito e poluição, além do tempo gasto nas viagens entre as regiões.

 

 

 

 

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